Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário

Sinpaf participa da 78ª Reunião Anual da SBPC

27 de julho de 2026
Por: Leandro Sinpaf

O Sinpaf participa da 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o maior encontro científico da América Latina. Realizado de 26 de julho a 1º de agosto de 2026, no Campus Gragoatá da Universidade Federal Fluminense (UFF), o evento é aberto ao público e deve reunir cerca de 50 mil pessoas.

A programação conta com mais de 200 atividades científicas, educacionais e culturais, além de exposições de tecnologia e ciência, conferências, mesas-redondas, sessões de pôsteres e minicursos. Veja mais aqui: https://sbpc.uff.br/atividades/

“A presença do Sinpaf na SBPC reafirma nosso compromisso com a defesa da ciência pública e dos trabalhadores que a constroem diariamente. Queremos contribuir com esse debate, ampliar parcerias e levar para a categoria discussões que fortaleçam a pesquisa, a valorização dos profissionais e as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do país”, disse o presidente do Sinpaf, Jean Kleber Silva.

Diagnóstico Nacional da Pesquisa na Embrapa

No evento, o Sinpaf apresentará a prévia do “Diagnóstico Nacional da Pesquisa na Embrapa”, que ouviu pesquisadores e pesquisadoras da empresa sobre as condições reais para o desenvolvimento da atividade científica na instituição. O levantamento é coordenado pela Diretoria de Ciência e Tecnologia do Sindicato e será divulgado em breve.

“A ciência brasileira precisa de investimento, planejamento e valorização das pessoas que a constroem. O Sinpaf está inserido nesses debates para levar a realidade vivida pelos trabalhadores da Embrapa e contribuir com propostas que fortaleçam a pesquisa pública e a inovação no país”, disse o diretor de Ciência e Tecnologia do Sinpaf, Marcus Vinicius Vidal.

Homenagem

A 78ª Reunião Anual da SBPC também homenageou a pesquisadora da Embrapa Soja Mariângela Hungria. Em maio deste ano, ela recebeu o World Food Prize, considerado o “Nobel da Agricultura”, por suas pesquisas com microrganismos que reduzem o uso de fertilizantes químicos.

Há mais de três décadas, Mariângela pesquisa alternativas sustentáveis para a nutrição das plantas, como os inoculantes, produtos com microrganismos benéficos que ajudam as plantas a absorver nutrientes.

A engenheira agrônoma é a primeira mulher brasileira a receber a premiação, reforçando a importância da contribuição das mulheres para ciência.

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