Na manhã desta terça-feira (6), o presidente do SINPAF, Carlos Henrique Garcia, apresentou aos representantes sindicais da Plenária Sul o Plano de Lutas da categoria, que foi aprovado no 12º Congresso Nacional do SINPAF, realizado em novembro de 2017.

O documento, que foi construído com sugestões enviadas pelos trabalhadores da base, será utilizado como norteador de estratégias e lutas da Diretoria Nacional e das Seções Sindicais do SINPAF.

 

Conheça o Plano de Lutas:

 

  1. ATUAR firmemente perante os Poderes Legislativo e Executivo em defesa da manutenção das empresas públicas de pesquisa e desenvolvimento em nível federal, estadual e municipal;

 

  1. MANTER a luta para o fortalecimento e independência do Sindicato como órgão legítimo de representação dos trabalhadores das empresas da base do SINPAF;

 

  1. LUTAR pela revisão do Plano de Cargos e Carreiras das empresas de base do SINPAF;

 

  1. PROMOVER campanhas com o objetivo de ampliar o quadro de filiação do SINPAF;

 

  1. PROMOVER seminários em defesa de recursos para a pesquisa agropecuária;

 

  1. FORTALECER a articulação político-social com entidades do movimento sindical e sociedade civil organizada para a defesa dos direitos trabalhistas e previdenciários;

 

  1. ESTIMULAR a participação e envolvimento de filiados nas lutas e atividades do Sindicato;

 

  1. VALORIZAR a formação sindical dos filiados da base do SINPAF;

 

  1. TRABALHAR para garantir a manutenção e a continuidade dos direitos adquiridos pelos empregados das empresas de base do SINPAF;

 

  1. REVER o estatuto do SINPAF e suas propostas frente à Reforma Trabalhista e a terceirização;

 

  1. REESTRUTURAR a forma de trabalho e atuação do Sindicato diante das alterações da legislação trabalhista;

 

  1. APOIAR os fóruns, encontros, reuniões, workshops e demais campanhas promovidas pelas centrais sindicais e movimentos populares organizados em defesa da justiça social, da cidadania, da soberania nacional e do patrimônio público;

 

  1. DEFENDER que os trabalhadores da base do SINPAF tenham adequadas condições de trabalho;

 

  1. ARTICULAR com sindicatos de empresas públicas e privadas a defesa de recursos financeiros para o desenvolvimento de pesquisa e tecnologia;

 

  1. MODERNIZAR as estruturas e espaços físicos do SINPAF-Nacional de modo a acolher os sindicalizados;

 

  1. APERFEIÇOAR os canais de comunicação do Sindicato para promover disseminação das informações de interesse da categoria;

 

  1. MOBILIZAR a categoria para o enfrentamento patronal;

 

  1. EXECUTAR o levantamento das condições do ambiente de trabalho a que estão submetidos os empregados da base do SINPAF e propor ações que melhorem a qualidade de vida dos trabalhadores. Levantar ainda os casos, registrados ou não, de doenças relacionadas à atividade laboral de todos os trabalhadores das empresas que constituem a base do SINPAF, buscando a solução ou reparação da saúde do trabalhador;

 

  1. DESENVOLVER ações de fortalecimento das Diretorias Regionais;

 

  1. DEFENDER a construção de uma sociedade justa e democrática;

 

  1. REALIZAR amplo debate sobre os limites da nossa organização sindical com vistas à mudança estrutural para corrigir o vício do sindicalismo burocrático que impede a solidariedade de classe;

 

  1. DEFENDER o caráter público das empresas de base do SINPAF;

 

  1. LUTAR contra os sucessivos cortes orçamentários das empresas da base do SINPAF e lutar por mais investimentos;

 

  1. PROMOVER seminário de Ciência e Tecnologia;

 

  1. PARTICIPAR da construção e consolidação de uma ampla frente envolvendo as centrais sindicais combativas, os movimentos sociais do campo e da cidade e outros setores populares na elaboração de um programa mínimo que possa mobilizar as(os) trabalhadoras(es) para barrar esse desmonte do Estado Brasileiro;

    26. SOMAR-SE, de maneira efetiva, a outras categorias e às centrais sindicais na luta contra os efeitos da terceirização e da Reforma Trabalhista, na luta para barrar a      tramitação da Reforma da Previdência, pelo restabelecimento da democracia e por Eleições Diretas Já;

 

  1. PARTICIPAR ativamente nas greves gerais e mobilizações convocadas pelas centrais sindicais;

 

  1. ATUAR efetivamente contra a criminalização de dirigentes e filiadas(os) nas unidades das instituições que compõem a base do SINPAF;

 

  1. LUTAR contra a abertura de capital e contra a retirada do cargo de Assistente do Plano de Cargos da Embrapa (PCE);

 

  1. MOBILIZAR imediatamente a categoria para reivindicar à diretoria da Embrapa um ACT sem perdas: “Nenhum Direito a Menos!”