| Notícias gerais | Por: Vânia Ferreira

Na manhã desta quarta-feira (27/4), os líderes sindicais que participam da 18ª Plenária Nacional do SINPAF voltaram a debater sobre as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho da categoria.

Os delegados deliberaram neste momento que será criada uma comissão com um representante por região mais os presidentes das Seções Sindicais de Brasília para compor o grupo de negociação, juntamente com a Diretoria Nacional do SINPAF.

A criação desse grupo é somente para a negociação do ACT da Embrapa. No caso da Codevasf, já existe uma comissão definitiva composta pelos oito presidentes das Seções Sindicais e pela Diretoria Nacional do SINPAF.

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Na tarde desta quinta-feira (26/4), o presidente do SINPAF, Julio Guerra, retoma os trabalhos da 18ª Plenária Nacional do SINPAF com uma análise de conjuntura sobre o cenário político do País.

De acordo com Julio, “estamos em um momento político grave e dentro desse cenário estão os movimentos sindicais. Parte do movimento é contra o impeachment e a outra parte já está apoiando o vice-presidente”, Michel Temer.

“Reafirmo mais uma vez que a posição da Diretoria Nacional é a defesa da garantia do Estado Democrático de Direito e que todos os que devem sejam investigados e punidos”, destaca Julio.

Em meio a essa crise, pela qual o Brasil está passando, Julio ressalta que o movimento sindical está bastante dividido. “Ainda não conseguimos que todas as centrais e sindicatos caminhem na mesma direção”, diz.

Julio lembra ainda que o momento está bem complicado, mas mesmo assim o SINPAF vai iniciar as negociações do ACT 2016/2017 da Embrapa e Codevasf, conforme calendários já divulgados nos meios de comunicação do SINPAF.

Para finalizar, o presidente do sindicato pede aos delegados e convidados da Plenária Nacional que não levem em conta somente o que é publicado na grande mídia, mas que reflitam sobre os acontecimentos e sobre o que os trabalhadores esperam do movimento sindical e da sociedade.

 

| Notícias gerais | Por: Vânia Ferreira

Iniciou na manhã desta terça-feira (26/4), na Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), em Brasília, a 18ª Plenária Nacional do SINPAF. Durante a manhã, a programação será dedicada para eleição da mesa, aprovação da pauta e regimento interno e para análise de conjuntura sindical que será feita pelo presidente do SINPAF, Julio Guerra.

Os delegados Edson Somensi, da Seção Sindical Concórdia, e Jimy Carter, da Seção Sindical Penedo (Codevasf) foram eleitos secretário e relator da mesa, respectivamente.

As discussões da Plenária Nacional ocorrerão nesta terça (26) e quarta-feira (27). Na pauta da reunião também consta o debate sobre as estratégias de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016/2017, o Plano Nacional de Lutas, a Política de atuação da Diretoria Nacional, a Gestão Administrativa e Financeira do SINPAF, o Relatório da Auditoria Fiscal Nacional, Aprovação do Regimento Eleitoral e assuntos diversos de interesse da categoria, como Embrapa Autarquia.

| Notícias gerais | Por: Vânia Ferreira

O diretor executivo da Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), Dr. Dante Scolari, finalizou a programação do 1º Seminário de Previdência Pública e Complementar realizado pelo SINPAF, nesta segunda-feira (25/4), com um intenso debate sobre desafios e mudanças necessárias para a previdência complementar.

Segundo Dante, “temos um sistema de previdência verdadeiramente consolidado, modernizado e que está muito próximo ao que se pratica de melhor internacionalmente. No entanto, sua sobrevivência está ameaçada; depende de reposição sistêmica, e fomento é condição essencial”.

O diretor da Abrapp explicou ainda que o potencial de expansão dos planos de previdência complementar não está sendo aproveitado em virtude de dois fatores: o primeiro, a parcela expressiva de empregados nas empresas já patrocinadoras de fundos fechados não aderiu aos respectivos planos. O outro, é que nem todas empresas (mesmo de maior porte) criaram planos ou adotaram alguma iniciativa para ofertar previdência complementar a seus empregados.

“A previdência fechada tem um grande potencial, mas enfrenta dificuldades como por exemplo o convencimento dos novos servidores, a oposição dos antigos e regras pouco flexíveis em comparação com previdência aberta”, enfatizou Dante.

 

Desafios: para retomar desenvolvimento econômico, o palestrante defende que o Brasil precisa de reformas estruturais. “A economia brasileira perdeu dinamismo recentemente: consumo deixa de ser principal impulsionador do PIB uma vez que as famílias estão endividadas e ajuste fiscal cresce cada vez mais”, avalia.

Dante explica também que em 2015 a projeção de recessão se tornou consensual, sem novos determinantes para retomada do crescimento e, com isso, a necessidade de elevar a taxa de investimento é reconhecida de forma unânime pelos economistas.

“O caminho mais sólido e eficiente é estimular poupança nacional na forma de previdência complementar. A própria previdência complementar deve estimular a sua expansão como alternativa ao regime geral, ao menos para trabalhadores de renda média a alta”, ressaltou o palestrante.

 

Mudanças necessárias: sobre as mudanças necessárias para alterar o atual modelo dos fundos de pensão, os quais possuem um sistema de gestão que facilita a consequência de déficit financeiro, o diretor da Abrapp propõe algumas soluções:

- Alteração da Legislação

- Mandato de 4 anos para a Diretoria, permitida uma única recondução;

- Renovação alternada dos mandatos;

- Vedar exercício de atividade sindical e político-partidária;

- Vedar qualquer outra atividade profissional e outras conflitantes com o exercício do cargo;

- Impedimento por um ano, contado da data de exoneração, para exercer atividades profissionais com conflito de interesse;

- Alteração da Lei Complementar 108/01;

- Não ter exercido atividade político-partidária nos 12 meses anteriores.

 

 

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