Um SINPAF forte é importante para que seus direitos não corram riscos

Por: Camila Bordinha em Terça, 25 Agosto 2020 | Categoria: Notícias gerais

Vale-alimentação, auxílio-saúde, auxílio-educação, auxílio-creche, titularidade, licenças maternidade e paternidade, vale-cultura e demais direitos previstos nos Acordos Coletivos de Trabalho (ACT) foram benefícios conquistados e mantidos ao longo dos 31 anos de atuação e luta do SINPAF com as empresas da base.

Os benefícios previstos nas dezenas de cláusulas dos acordos coletivos são direitos garantidos enquanto durar a vigência do acordo. Isso porque o SINPAF, anualmente, dialoga, negocia, faz o enfrentamento, mantém, e quando possível, amplia, direitos e conquistas no âmbito trabalhista.

Apesar da representação sindical estar prevista na Constituição Federal de 1988, o Sindicato precisa suplantar obstáculos para garantir o seu exercício. Isso porque as empresas atuam para impedir, com orientação dos governos, a ação sindical, usando para isso todo tipo de estratégia, que chamamos de práticas antissindicais.

Dificultar a liberação de dirigentes sindicais, impedir a classe trabalhadora de participar de eventos de seu interesse, criar mecanismos para dificultar o pagamento da contribuição sindical, cooptar dirigentes para a defesa dos interesses da empresa, despejar o sindicato de instalações historicamente ocupadas dentro da empresa visando extirpá-lo da proximidade e da convivência diária com sua base são exemplos dessas práticas.

A categoria não pode permitir isso e precisa defender o seu Sindicato.  O SINPAF se dedica e continuará se dedicando à manutenção e à ampliação dos direitos de sua base, com luta e pulso em riste, ano após ano. Mas isso só é possível com a categoria garantindo e lutando, também, pela manutenção do sindicato forte.

É uma via de mão dupla. Por isso fala-se “base do SINPAF”, que são os trabalhadores e as trabalhadoras que o mantêm, financiam, e integram, formam as seções sindicais, que se reúnem em assembleias, que se mobilizam, e protestam quando necessário, que sugerem pautas e tomam decisões, enfim, todos que compõem o Sindicato.

Portanto, defender e fortalecer o Sindicato é proteger seus próprios direitos!