Eleições SINPAF: Saiba a importância das comissões eleitorais locais

Por: Larissa Sarmento em Quarta, 17 Agosto 2022 | Categoria: Notícias gerais

Estamos em plena fase de eleições da Diretoria Nacional e da Auditoria Fiscal Nacional do SINPAF para o triênio 2022-2025.

Esses cargos são eleitos pelos votos dos filiados das 51 seções sindicais, do Brasil inteiro.

O estatuto e o regimento eleitoral do Sindicato colocam que essa votação deve ocorrer em cada seção sindical, mas para que isso aconteça é necessário que seja criada uma comissão eleitoral local para cada seção.

O regimento eleitoral coloca que essa comissão tem que ser constituída por no mínimo duas pessoas, que devem ser escolhidas por assembleia. Depois dessa fase concluída, a Comissão Eleitoral Central (CEC) nomeia as comissões eleitorais locais.

Segundo o presidente da CEC, Marco Antônio da Cruz Borba, os documentos para a formalização das comissões locais como o edital, a ata e a lista de presentes devem ser enviados antes das eleições. A seção que não tiver uma comissão eleitoral local não poderá participar das eleições.

“Para que a gente faça essa nomeação, nós precisamos que esses documentos sejam enviados antes das eleições. O prazo inicial era 13 de julho, mas devido à importância do pleito, a comissão eleitoral resolveu estender”, ressalta.

Por isso, a Comissão Eleitoral Central (CEC) estipulou que deve receber a documentação para inscrição das comissões locais até dia 15 de agosto. Deve ser enviado via e-mail (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

De acordo com Rodrigo Correa Serpa do Prado, membro da CEC não dá para mandar essa documentação em cima da hora. “A gente tem que enviar as cédulas eleitorais, a lista de presença, via Correios. Tem unidade que demora 15 dias para receber correspondência, mesmo quando vai via Sedex”, alerta.

O membro da CEC ainda destaca a importância dessa participação, que está na “garantia que você vai ter um acordo coletivo que faça jus ao seu serviço, mantendo seus direitos, sem perda salarial, sem perda social”.

Segundo Lucas Conceição de Freitas, Secretário da CEC, essa participação fortalece a democracia sindical e traz legitimidade a esses representantes dos trabalhadores.

“O voto do funcionário dá o respaldo para alguém que vai lá defender os seus direitos trabalhistas mais básicos e aqueles que sejam de interesse da categoria”, reforça.