Alexandra Hellwig assume interinamente presidência do SINPAF

Alexandra Hellwig assume interinamente presidência do SINPAF

Por: Vânia Ferreira | | Notícias gerais

A vice-presidenta do SINPAF, Alexandra Wickboldt Hellwig, assume temporariamente a presidência do Sindicato, de 4/1 até 3/2, durante o período de férias do atual presidente, Marcus Vinicius Sidoruk Vidal.

Mesmo em período de pandemia, a luta em defesa da categoria e as atividades do SINPAF continuam em andamento, assim como ocorreu durante o ano passado.

 Em caso de necessidade, trabalhadoras e trabalhadores da base do SINPAF podem entrar em contato com a presidenta interina pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Em 31 anos de SINPAF, Alexandra é a terceira mulher a presidir a Diretoria Nacional do Sindicato. Antes dela, Selma Beltrão, atuou nos anos de 2002 e 2004, e Suênia Almeida, em 2007.

A liderança feminina e a participação ativa das mulheres é indispensável para a construção da democracia no espaço sindical. Como defensora dessa luta, a gestão Raízes garantiu representatividade de mulheres em todas as instâncias da Diretoria Nacional do SINPAF. 

“Os esforços que precisamos fazer para conquistar os espaços de decisões e liderança ainda são exaustivos, pois nossa capacidade intelectual e de direção não é reconhecida com facilidade, havendo a necessidade de ser provada. Precisamos promover um ambiente de oportunidades iguais, dando condições a nós mulheres que temos inúmeras responsabilidades pessoais e profissionais, a participarem dos espaços de liderança, serem protagonistas de mudanças e melhores condições à todas e todos”, enfatizou a presidenta interina.

Alexandra complementou dizendo que “é preciso quebrar o ciclo, às vezes até inconsciente, de que alguns espaços não são para nós mulheres, incentivar a participação na base de presidentas, diretoras e formação de novas líderes”.

“Nosso papel na sociedade em que vivemos não é nada fácil, temos que provar por A + B, todo o tempo, a nossa importância e capacidade de termos voz e vez, de que nossos apontamentos sejam respeitados e, principalmente, que não estamos nos espaços democráticos apenas para florir como já ouvi, mas para a construção de melhorias para a coletividade, fazer a diferença e mostrar que a força da mulher é altamente importante na tomada de decisões e conquistas, onde um grandioso exemplo é a Lei Maria da Penha”, finalizou.

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