Embrapa Meio-Norte

A Campanha Embrapa Pública, Democrática e Inclusiva, promovida pela Diretoria Nacional do SINPAF, está a todo vapor. Na última quinta-feira (8/10), foi lançado o hotsite que abrigará todas as informações das mobilizações e foram iniciados os debates com a Conferência Virtual Norte, que está com a gravação disponível no https://www.facebook.com/SINPAFDiretoriaNacional para quem não pode assistir ao vivo.

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O movimento contra o desmonte da Embrapa em Parnaíba cresceu e ganhou as ruas. Hoje tornou-se uma luta da sociedade e do parlamento da cidade, que não aceita o esvaziamento e muito menos o fechamento da unidade.

O momento é histórico, conforme disse o presidente da Câmara Municipal de Parnaíba, vereador Carlson Pessoa, durante audiência online que tratou sobre o ‘Desmonte da Unidade de Execução de Pesquisa (UEP) da Embrapa em Parnaíba-PI’, realizada na noite de ontem, 24 de março.

A manifestação do presidente da casa legislativa foi motivada pela participação da deputada federal Rejane Dias (PT/PI) e dos deputados federais Júlio César de Carvalho Lima (PSD-PI), Átila Lira (PP-PI) e Capitão Fábio Abreu (PTB-PI), além dos 17 vereadores locais, dos dirigentes sindicais do SINPAF, de produtores regionais e, desta vez, de representantes da gestão da Embrapa Meio-Norte. “Pela primeira vez contamos com a presença de quatro parlamentares federais em uma audiência pública, devido a tão importante causa”, afirmou Carlson Pessoa.

A audiência iniciou com fala do representante da gestão da Embrapa Meio-Norte, Luiz Fernando Leite, que insistiu em dizer que não há desmonte da UEP Parnaíba, mesmo em meio às 26 transferências de trabalhadores (55% do quadro de pessoal) do local para Teresina-PI (há 340 km), transferência de equipamentos e fechamentos de laboratórios.

O gestor da Meio-Norte explicou, como se a informação fosse satisfatória, que a UEP recebe um custeio de R$ 2 milhões por ano e que ficariam 4 pesquisadores na unidade para suprir as demandas das cadeias produtivas de fruticultura e de bovinocultura leiteira, das quais Parnaíba possui a maior bacia da região Meio-Norte, conforme ressaltaram os produtores, parlamentares e presentes, ao longo da audiência. O chefe da unidade afirmou, mais uma vez, que as transferências e o plano de ‘reestruturação’ da unidade estão sendo implementados com o aval da diretoria executiva da Embrapa e, mais especificamente, do presidente Celso Moretti.

Parabenizado pelos vereadores e deputados por promover a luta contra o desmonte da UEP Parnaíba, o presidente da Seção Sindical do SINPAF em Parnaíba, Raimundo Nonato Júnior, rebateu o gestor da Meio-Norte que se recusa a ouvir a comunidade local e a representação sindical. “Estamos aqui para mostrar à sociedade o que está acontecendo na UEP Parnaíba, pois sempre estivemos abertos ao diálogo”, afirmou Júnior.

O presidente nacional do SINPAF, Marcus Vinicius Sidoruk Vidal, reforçou a defesa da pesquisa agropecuária e da Embrapa públicas e afirmou que não é possível falar sobre crescimento da UEP tirando recursos humanos, equipamentos e laboratórios. E fez um apelo para que a gestão da Embrapa ouça os trabalhadores, os produtores locais, os vereadores e deputados federais, e que atenda o clamor da sociedade, revendo sua posição e fortalecendo a UEP Parnaíba. “Vamos continuar lutando contra o desmonte e por uma UEP Parnaíba forte e atuante, que continue dando resultados à sociedade e contribuindo para o desenvolvimento da região”, concluiu Marcus Vinícius.

Assista à audiência completa pelo Facebook da Câmara de Parnaíba: https://www.facebook.com/cmparnaibaoficial/videos/483497449643833

Durante uma videoconfência realizada em 16 de outubro, o chefe-geral da Embrapa Meio-Norte, Luiz Fernando Carvalho Leite, anunciou a transferência de 55% dos empregados lotados na Unidade de Execução de Pesquisa (UEP) de Parnaíba-PI para Teresina-PI, cerca de 350 km de distância. Ou seja, a unidade ficará apenas com 27 trabalhadores dos 59 que possui atualmente, de acordo com informações da Seção Sindical Parnaíba.

Conforme a declaração do chefe-geral da Embrapa Meio-Norte, Luiz Fernando Carvalho Leite, durante a conferência, as mudanças propostas para a UEP Parnaíba têm o aval do presidente da Embrapa. O chefe-geral informou ainda que, até fevereiro de 2021, emitirá carta para aqueles que serão transferidos.

O desmonte da UEP é um processo que tem sido denunciado pelo SINPAF desde 2018, quando houve a tentativa de demissão de empregados. De lá para cá, o chefe-geral da unidade também já tentou transferir equipamentos de pesquisa para uma organização social e fechar laboratório, entre outras decisões voltadas à desmobilização da unidade, camuflada sob a justificativa de “revitalização”.

Para impedir o avanço desse desmonte, em fevereiro deste ano, a Diretoria Nacional do SINPAF solicitou à presidência da Embrapa que fosse formada uma comissão para desenvolver e apresentar um plano de readequação da unidade. O grupo foi composto por cinco membros: Chefia-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), Chefia-adjunta de Transferência de Tecnologia (TT), Coordenador Técnico da UEP, um pesquisador lotado em Teresina, com pleno conhecimento sobre a Embrapa Meio-Norte, e um pesquisador que está há 30 anos lotado na unidade de Parnaíba.

DEMANDAS DA UEP– Com base na atual programação de pesquisa e nas demandas para a região de abrangência da UEP, prospectadas junto à cadeia produtiva da fruticultura e da bovinocultura de leite, a comissão apresentou um conjunto de ativos tecnológicos passíveis de adoção até 2023, bem como uma agenda de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) a ser executada pela UEP para o período 2024-2025.  

“Essa agenda foi construída a partir das demandas e gargalos do setor produtivo. No entanto, os projetos para atender tal agenda necessitam de recursos nas diversas fontes”, ressaltou o pesquisador Braz Rodrigues, integrante da comissão.

Com isso, ainda de acordo com o pesquisador, para cumprir essa agenda, será necessário um contingente significativo de pessoal para suporte às ações de pesquisa, principalmente no campo e laboratório. "Com a determinação de redução em 55% do quadro atual de empregados, algumas áreas poderão ficar sacrificadas. O que esperamos é que a gestão da unidade reconheça essa necessidade', declarou Braz Rodrigues.

O pesquisador Francisco Seixas, da UEP Parnaíba, espera que haja uma maior discussão e transparência quanto à proposta de reorganização da unidade. Para ele, é importante que o setor produtivo, os poderes públicos estadual e municipal, os pesquisadores, o pessoal de apoio e o SINPAF sejam envolvidos.

“A reestruturação da UEP deve ser consequência de uma ação transparente e fruto da participação de diferentes segmentos da sociedade, pois é essa sociedade que é impactada pela dinâmica do agronegócio da região ou pelas ações da Embrapa”, afirmou Francisco Seixas.

Apesar de serem solicitados para auxiliar na construção do documento, os pesquisadores da UEP não tiveram oportunidade de participar da discussão sobre a estrutura de pessoal necessária à realização dos trabalhos e tampouco tiveram acesso ao resultado final dos trabalhos, que foi encaminhado pelo chefe-geral Embrapa Meio-Norte à Diretoria Executiva da Embrapa.

SITUAÇÃO DOS TRABALHADORES - De acordo com o presidente da Seção Sindical Parnaíba, Raimundo Nonato Júnior, a maioria dos trabalhadores lotados na UEP possui idade acima de 55 anos e têm cargo de assistente – a unidade conta com cerca de 8 pesquisadores, 6 analistas, 40 assistentes e 5 técnicos, em sua grande maioria com mais de 30 anos dedicados à UEP Parnaíba.

Além de não existir motivo para a transferência de pessoal, visto que os investimentos da Embrapa em tecnologia (ERP) permitem inúmeras possibilidades da realização de trabalhos em nível remoto, na realidade a UEP Parnaíba precisa mesmo é de mais apoio para funcionar adequadamente, inclusive com aumento do quadro, segundo relatado pelos trabalhadores que ficarão responsáveis por atender a agenda de pesquisa.  

“Grande parte do pessoal está ficando doente com a ameaça de transferência para longe de suas casas. Diferentemente da postura de respeito com os trabalhadores, adotada pela Embrapa ao longo de seus 48 anos, o chefe da Embrapa Meio-Norte segue na contramão dessa trajetória, optando pela ruptura do diálogo e, consequentemente, não deixando outra alternativa para nós que não seja a via judicial. Isso lamentavelmente trouxe e deverá trazer ainda mais prejuízos tanto para os trabalhadores como para a Empresa”, disse o presidente da Seção Sindical Parnaíba.

Raimundo Nonato Júnior informou, ainda, que encaminhou uma carta ao chefe da Embrapa Meio-Norte, na qual relata a situação e solicita um canal de diálogo “para que a área técnica da Embrapa Meio-Norte, representação dos empregados e a sociedade possam discutir de forma equilibrada, ética e democrática os rumos das atividades da Embrapa em Parnaíba.”

“As intenções do chefe-geral, que pretende destruir ao invés de revitalizar a estrutura atual da Unidade de Parnaíba, não condizem com o discurso de fortalecimento que está usando e, consequentemente, não têm o nosso apoio,” diz a carta enviada ao gestor da Embrapa.

Para Marcus Vinícius Sidoruk Vidal, presidente do SINPAF, “a Seção Sindical sempre teve e terá nosso apoio nessa luta. Vamos intensificar as ações, inclusive no plano político, para defender a manutenção da UEP e a permanência dos trabalhadores”.

 

No início deste mês, a Diretoria Nacional do SINPAF e as Seções Sindicais Parnaíba e Teresina realizaram uma consulta à categoria com o objetivo de analisar como os trabalhadoras e trabalhadores da Embrapa Meio-Norte avaliavam a gestão anterior da unidade e as impressões sobre os candidatos que participavam do processo para chefia local.
 
Os resultados apontaram que a maioria dos trabalhadores/as desaprovava a chefia-geral que estava encerrando o mandato (72,61% acharam ruim ou péssimo) e que o analista Anísio Ferreira Lima Neto, com mais de 58% dos votos dos empregados/as, seria o candidato com mais condições de conduzir a unidade Meio-Norte na próxima gestão.

Na última sexta-feira (20/8), a diretoria-executiva da Embrapa encaminhou um memorando à Meio-Norte comunicando que o colegiado da empresa escolheu o concorrente mais votado pelos trabalhadores e trabalhadoras para ser o novo gestor da unidade, conforme resultado da enquete do Sindicato.

O presidente da Seção Sindical Parnaíba, Silvestre Moreira, considera que a consulta feita do Sindicato teve influência na escolha do novo gestor e parabeniza a categoria pela ampla participação na votação. “Foi imprescindível a atuação dos trabalhadores e trabalhadoras nesse processo de escolha. A nossa voz foi ouvida”, enfatizou Silvestre.
 
“Desde quando entrei na Embrapa sempre achei uma empresa antidemocrática. O SINPAF teve uma iniciativa extremamente essencial para dar voz aos trabalhadores/as sobre a avaliação da gestão passada e sobre o chefe-geral. Esperemos que o novo gestor perceba que sua escolha coincidiu com a vontade dos empregados/as e que ele tenha posturas também democráticas”, ressaltou Jose Afonso Lima de Abreu, vice-presidente da Seção Sindical Teresina.
 
Para o presidente nacional do SINPAF, Marcus Vinicius Vidal, a Embrapa tem um histórico de centralização das decisões, o que produz impactos negativos para os trabalhadores e trabalhadoras.

“O Sindicato ocupou o espaço deixado pela empresa e teve a iniciativa de fazer essa consulta. A seleção do novo gestor coincidiu com a  escolha dos empregados/as, mostrando caminhos para a construção de uma Embrapa Pública, Democrática e Inclusiva. A democracia participativa é um meio de fortalecimento das decisões e dos rumos que uma empresa verdadeiramente pública deve trazer na sua cultura interna”, salientou o presidente nacional do SINPAF.
 
Leia também:
 
- SINPAF faz enquete sobre gestão da Embrapa Meio-Norte
 
- Resultado da enquete na Embrapa Meio-Norte confirma que escolha da chefia-geral deve ser democrática e participativa
 

O projeto Sisteminha existe há mais de 10 anos e já atendeu cerca de 4,6 mil famílias. Porém, o êxito e o grande impacto social desse projeto reconhecido inclusive fora do Brasil têm sido ignorados pela Embrapa, que vem dificultando as ações do pesquisador responsável.

Os resultados da enquete online sobre a gestão da chefia-geral da Embrapa Meio-Norte, promovida pela Diretoria Nacional do SINPAF e as Seções Sindicais Parnaíba e Teresina, que finalizou ontem (3/8), após prorrogação, mostrou que maioria dos trabalhadores e das trabalhadoras da Embrapa Meio-Norte desaprovam a chefia-geral que está encerrando o mandato (72,61% acham ruim ou péssimo).

Se o processo de escolha do chefe-geral da Embrapa Meio-Norte ocorresse de forma democrática e participativa, hoje, o selecionado seria o analista Anísio Ferreira Lima Neto (58,90%), que foi apontado como o candidato que tem mais condições em conduzir a Embrapa Meio-Norte na próxima gestão. Em segundo lugar ficaria o pesquisador Kaesel Jackson Damasceno e Silva (25,34%).

O atual chefe-geral, que deu continuidade à gestão que está há 7 anos à frente da unidade, o pesquisador José Oscar Lustosa de Oliveira Junior, ficou em último lugar entre os candidatos, com 15,75%. 

A Embrapa divulgou que as entrevistas com os candidatos serão realizadas até o dia 19 de agosto e a escolha do novo gestor da unidade acontecerá até o dia 24, com nomeação em 27 de agosto. Porém, com o reforço do resultado da enquete, o SINPAF defende que o processo de seleção do chefe-geral da Meio-Norte seja democrático, de forma que atenda às necessidades e objetivos da empresa, mas que também esteja em sintonia com as perspectivas laborais e profissionais de todos/as os/as trabalhadores/as da unidade.

De acordo com o presidente da Seção Sindical Teresina, Maurício Castelo Branco Santana, a definição do chefe-geral da Unidade Meio-Norte reflete em todo o ambiente laboral. “Por isso é imprescindível a participação dos trabalhadores e trabalhadoras da Embrapa no processo de escolha dos seus gestores, a exemplo de outras empresas públicas”, informou Maurício.

Para o presidente da Seção Sindical Parnaíba, Silvestre Moreira, a resposta dos trabalhadores através da enquete demonstra a insatisfação generalizada e o clima tóxico deixado pela recente chefia. “A escolha do novo chefe-geral pode ser um divisor de águas entre a continuação do desmonte ou a revitalização real da unidade em Parnaíba. O que nós, trabalhadores e trabalhadoras queremos é que o próximo chefe seja uma pessoa que reconheça a necessidade da Embrapa em Parnaíba, assim como valorize o trabalho de quem está aqui no desenvolvimento da região”, explicou Silvestre.

E o presidente nacional do SINPAF, Marcus Vinícius Sidoruk Vidal, afirma que o resultado da enquete mostra a necessidade de que a escolha do chefe-geral da Embrapa Meio-Norte tenha a participação de todos/as os/as trabalhadores/as da unidade. “O SINPAF defende uma Embrapa Pública, Democrática e Inclusiva. Mas para que isso aconteça, é preciso que a gestão da empresa ouça os trabalhadores/as e que esses participem ativamente dos processos de escolha das chefias, para que a empresa não seja aparelhada por um mesmo grupo político. A Embrapa é muito maior do que uma gestão ou um governo, e merece respeito”, disse Marcus Vinícius.

TODOS OS RESULTADOS

A consulta foi realizada por meio do sistema Vota Bem, com questionário virtual enviado aos e-mails corporativos de todos/as os/as trabalhadores/as da Unidade Meio-Norte, e teve 60,33% de adesão, ou seja, 146 votantes num universo de 242.

A Diretoria Nacional do SINPAF e as Seções Sindicais Parnaíba e Teresina realizam, a partir das 17h do dia 29 de julho até o dia 2 de agosto (quinta a segunda-feira), uma enquete online sobre gestão da Embrapa Meio-Norte. O objetivo é analisar como trabalhadoras e trabalhadores da unidade avaliam a gestão anterior da unidade e as impressões sobre os candidatos à chefia local.

De acordo com o presidente do SINPAF, Marcus Vinícius Sidoruk Vidal, é importante dar voz àqueles que serão impactados diretamente pela escolha do chefe-geral e entender quais ações da antiga chefia foram impopulares e que não deverão se repetir com a chegada do novo gestor.

“Há alguns anos o Sindicato tem trabalhado constantemente contra o desmonte da Unidade. Conhecer as chefias pelos olhos de trabalhadores/as é o primeiro passo para manter um diálogo com a futura gestão e poder dialogar da melhor forma”, afirmou Marcus Vinícius.

Para o presidente da Seção Sindical Parnaíba, Silvestre Moreira, “esta ação pioneira da DN SINPAF e Seções Sindicais Parnaíba e Teresina garante aos empregados uma oportunidade de manifestarem-se sobre o futuro da unidade, principalmente no sentido da pacificação das relações com a sociedade civil, produtores, classe política e empregados.”

Já o presidente da Seção Sindical Teresina, Maurício Castelo Branco Santana, considera “também oportuno ouvir os sentimentos dos empregados(as) em relação à situação atual de nossa unidade, bem como seus anseios e perspectivas relativos ao ambiente interno/externo a ser promovido pela futura gestão.” “Esperamos com essa iniciativa, colher mais subsídios visando embasar melhor a nossa atuação no desempenho de nosso papel”, disse Maurício.

Para responder à enquete, o/a trabalhador/a deverá acessar link, login e senha que receberá individualmente no e-mail institucional, por meio de qualquer dispositivo móvel como celular, computador, tablet, entre outros que estejam conectados à internet.

PROCESSO SELETIVO

Após 7 anos sem ocorrer processo seletivo na unidade, o novo chefe-geral deverá ser escolhido em agosto, entre os seguintes candidatos: o analista Anísio Ferreira Lima Neto, o pesquisador José Oscar Lustosa de Oliveira Junior e o pesquisador Kaesel Jackson Damasceno e Silva.

Conforme divulgado pela Embrapa, as entrevistas com os candidatos serão realizadas até o dia 19 de agosto e a escolha do novo gestor da unidade acontecerá até o dia 24, com nomeação em 27 de agosto.

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